Artigo científico · Psicologia Social, Psicanálise e Saúde Mental · 2024
Dados da publicação
Autores: Waldenilson Teixeira Ramos; Richard Silva dos Santos; Fernando da Silva Mancebo; Luana Bringel Xavier Neves; Enzo Teixeira Soares Marinho; Isabela Schneider; Maria Luiza Ferreira do Nascimento Carvalho; Raissa Ramos de Oliveira Theodoro
Revista: Journal of Social Issues and Health Sciences
Volume e número: v. 1, n. 7
Palavras-chave: Capitalismo; Saúde mental; Subjetividade negra; Colonialidade; Resistência
Sobre a produção
Este artigo investiga a constituição da subjetividade negra no Brasil por meio das relações entre racismo, colonialidade, capitalismo e saúde mental. Tomando a obra Tornar-se negro, de Neusa Santos Souza, como um de seus eixos centrais, o texto examina como a branquitude se estabelece como referência normativa, incidindo sobre os desejos, os modos de reconhecimento e as possibilidades de construção de uma imagem afirmativa de si. Em contraposição a esse processo, o tornar-se negro é apresentado como movimento de apropriação do discurso sobre si, ressignificação da negritude e criação de outras formas de existência.
Este foi o meu primeiro artigo publicado, no caso como coautor. Por se tratar de uma produção coletiva e extensa, minha contribuição concentrou-se principalmente no que se refere à metapsicologia do ego, como na retomada das formulações freudianas acerca do Eu ideal e do ideal do Eu. A partir dessa base, buscou-se compreender como as exigências e referências do campo social participam da constituição psíquica do sujeito.
Referência
RAMOS, Waldenilson Teixeira; SANTOS, Richard Silva dos; MANCEBO, Fernando da Silva; NEVES, Luana Bringel Xavier; MARINHO, Enzo Teixeira Soares; SCHNEIDER, Isabela; CARVALHO, Maria Luiza Ferreira do Nascimento; THEODORO, Raissa Ramos de Oliveira. Por um Eu enegrecido: as encruzilhadas da saúde mental, capitalismo e racismo. Journal of Social Issues and Health Sciences, Teresina, v. 1, n. 7, p. 1–19, 2024. DOI: 10.5281/zenodo.14448207.
